Sexta-feira, 12 de Dezembro de 2008

Meus Amigos,

 

Agradeço, sensibilizado, todos os vossos comentários, embora desde já vos diga que, não sendo santo nenhum, gostaria que também me criticassem com espírito construtivo e me dessem dicas...

 

Grande abraço.



publicado por Fernando Nobre às 19:49
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8 comentários:
De MªConceição Morgado a 28 de Fevereiro de 2010 às 06:26
Caro Sr. e Dr.Fernando Nobre, antes de mais queria saúdá-lo e felicitá-lo pela pessoa que tem sido.
Depois de ter lido e analisado todo o seu percurso ao longo de uma vida, que é a sua, resumo este comentário a umas simples palavras que é: Há muitos anos que Portugal precisa urgentemente de uma pessoa com o seu carácter na frente de combate.
Vá em frente neste luta que é uma luta de todos nós portugueses que perdemos a credibilidade e a confiança já há muito.
Creio que com a sua decisão de candidatar-se, Portugal poderá voltar a respirar por si próprio, visto que foi um país que teve tudo debaixo dos pés, e ao longo do tempo foi perdendo tudo. Mas não é tarde, porque mais vale tarde do que nunca.
Terá o meu apoio e o meu voto de confiança, que com toda a convição o digo.
Bem -haja e seja muito bem vindo á frente de Portugal.

MªConceição Morgado
saomorgado@gmail.com


De Anónimo a 23 de Dezembro de 2008 às 17:27
Dr

Existe uma vertente que considero muito relevante e essencial para a vida de determinadas populações, nomeadamente pequenas populações locais que vivem em lugares isolados e sem acesso a condições básicas de habitabilidade, sem acesso a água, saúde, alimentação,etc .
Embora tenha a plena consciência que estas são "obrigações" previstas pelos governos onde se inserem, penso que de certa forma é possível intervir. Assim a minha dica, a minha esperança e a minha plena convicção de bons resultados passa pela criação ou apoio a ongs locais já existentes para que estas pequenas aldeias/regiões pobres possam ter acesso a alguns bens essenciais: medicação , roupa, apoio à educação e bens alimentares.
Esta "ideia" surge-me em Marrocos, na região do Médio Atlas onde as crianças vivem em condições miseráveis, têm fome, andam descalças, sujas e/ou rotas, não sabem ler.....nem escrever...


De nX a 15 de Dezembro de 2008 às 19:48
Esqueci-me de dizer, que prometo usar o raciocinio crítico e dar as sugestões e também fazer muitas perguntas porque afinal tenho mais a aprender consigo do que o contrário. É difícil uma pessoa não se sentir um grão de areia perante quem já viveu tanto.


De nX a 15 de Dezembro de 2008 às 19:45
Caro Dr. Fernando
Tenho acompanhado o seu blog desde que soube dele creio que há menos de uma semana sem comentar e hoje com este post e os comentários que me antecedem não pude evitar de sorrir com o "santo"; apercebo-me que as pessoas o colocam num pedestal mas tal como eu penso o mesmo de si e do trabalho nobre que exerce, é uma forma de admiração pelo facto de a maioria ter uma espécie de sonho que é trabalhar na ajuda humanitária. Eu admiro sinceramente o trabalho dos Médicos Sem Fronteiras e da Ami, sonhei tanto tanto que estava no meio destas equipas a trabalhar no meio dos que mais precisam.Infelizmente a vida deu uma volta enorme e não me permitiu realizar os sonhos de anos cor de rosa, entre os quais o primeiro seria tirar Medicina.
As coisas contornam-se e a vida continua mas continuar a sonhar não é proibido. E a sua presença neste meio será uma mais valia porque não há nada como alguém que vive as situações na primeira pessoa para nos contar a verdqadeira dimensão do que se passa aí, onde não posso estar mas onde regozijo a alma por existi\rem pessoas que sabem ver que cada ser que nos precisa é um irmão.

Por tudo isto e muito mais, deixo um grande abraço


De Emília a 15 de Dezembro de 2008 às 16:11
Caro Dr Fernando Nobre:
Não cometeria a arrogância de lhe dar dicas ou fazer críticas... mas compreendo que, na sua enorme tolerância, as queira estimular. Santo, sei que não será, mas o que faz merece o reconhecimento de todos nós e isso vale mais. Bem haja. Sempre.


De yulunga a 14 de Dezembro de 2008 às 16:29
Caro Dr.
Desde que li o seu blog que ando para publicar um comentário. Sendo uma das pessoas que mais ambiciono conhecer fiquei meio "patareca" com a sua presença na blogosfera. Já escrevi, apaguei, voltei a escrever e voltei a apagar. Tudo com receio de poder cair no ridiculo. Já não tenho idade para este tipo de comportamentos, no entanto também já tenho idade para não me preocupar com figuras ridículas.

A sua presença na blogosfera era mais do que necessária.
BEM-VINDO!



De Carlos José Teixeira a 12 de Dezembro de 2008 às 22:45
é normal... isto passa! ;-)


De Bernardo Monterroso a 12 de Dezembro de 2008 às 20:41
Caro Dr. Fernando Nobre

Fala-se hoje muito de tolerância, embora nem sempre da melhor maneira.
A tolerância só é aceitável, e nesse sentido deve ser cultivada, se praticada no sentido do respeito que é devido a todas as maneiras de pensar, rebatendo-se contudo aquelas que estão erradas.
Se me disser que três e três são dezanove e proceder como se tal fosse verdadeiro, eu devo aceitar a sua posição, e nisso ser tolerante, mas adverti-lo de que está a cometer um erro.
Caso contrário, e é o que mais anda por aí, ser tolerante não seria mais do que pactuar com a mentira, num cinzentismo relativista a todo o título odioso.
Outro exemplo, já que se falou de religião: se eu sou católico e me deparar com alguém de uma qualquer outra religião, eu devo respeitá-lo, e nisso ser tolerante, mas adverti-lo de que a religião dele é falsa, porque a minha é verdadeira.
Assim, sim, também eu sou tolerante, e nunca no sentido de que todas as religiões devam ser respeitadas, porque todas são verdadeiras.
Não deveremos jamais dar à mentira a mesma dignidade que à verdade. Aceitá-la sim, mas sem deixar de a nunciar.
Um abraço para si.


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Fernando José de La Vieter Ribeiro Nobre nasceu em Luanda em 1951. Em 1964 mudou-se para o Congo e, três anos mais tarde, para Bruxelas, onde estudou e residiu até 1985, altura em que veio para Portugal, país das suas origens paternas. É Doutor em Medicina pela Universidade Livre de Bruxelas, onde foi Assistente (Anatomia e Embriologia) e Especialista em Cirurgia Geral e Urologia. (continuar a ler)
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