Quarta-feira, 17 de Fevereiro de 2010

Caros amigos,

 

Decidi escrever estas linhas, no sentido de vos comunicar pessoalmente uma decisão de fundo que tomei enquanto cidadão independente e em nome dum imperativo moral e de consciência para Portugal, uma vez que tenho, por quem acompanha este blog, a maior consideração e respeito.

 

Resolvi assumir um compromisso com o meu país, Portugal. Serei candidato independente, apartidário e em nome da cidadania, a Presidente da República, nas próximas eleições de 2011.

 

Esta é uma decisão estritamente pessoal, enquanto cidadão que sou. Muito tenho escrito e dito sobre o dever de todos nós exercermos a nossa cidadania de uma forma activa e corajosa. Sinto que o País atravessa um período em que constantemente se põem em causa os valores e as pessoas, as promessas e os projectos. E sei a gravidade que essa atitude generalizada tem no futuro de todos nós. Acredito em Portugal! Acredito nos portugueses e nas suas capacidades. Somos, no mínimo, tão bons como qualquer outro povo do Mundo. E é isso que pretendo provar, candidatando-me a um lugar no qual penso poder fazer a diferença e dar o exemplo.

 

Informo por outro lado que a AMI, enquanto instituição absoluta e rigorosamente apolítica, não se imiscuirá neste assunto, estando completamente à margem deste processo.

 

Sou e serei sempre um ser livre. Rejo-me e reger-me-ei sempre por valores em que acredito e não por qualquer outro tipo de ambição. E neste momento acredito poder vir a ser mais útil num outro contexto.

 

Espero que compreendam as minhas palavras quando, sexta-feira ao fim da tarde, no Padrão dos Descobrimentos, a minha decisão de candidatura for, por mim, tornada pública. E quero que saibam que a minha motivação é exclusivamente uma: acreditar que posso fazer a diferença, não me acomodando nunca.

 

Com a maior consideração.

 



publicado por Fernando Nobre às 17:22
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578 comentários:
De J.Rana a 15 de Novembro de 2010 às 00:54
Caro Dr. a sua biografia veio confirmar a opiniao que tenho de si. De facto o senhor possui qualidades que o distinguem do padrão geral dos portugueses e sobretudo dos politicos de profissão.
Representa o senhor uma lufada de ar fresco, diria mesmo um vento de mudanca, tâo necessària a um pais à deriva e a um povo derrotado.
Ambos sabemos qual a verdadeira dimensâo da tarefa a que se propôe e isso revela a coragem e o altruismo de um homem que nâo tem nada que provar a ninguêm.
Como o senhor, também eu me sinto um pouco como cidadâo do mundo, e sei da importância de viajar e viver em diferentes paises e de como isso nos molda a personalidade, alarga horizontes. Somos como a formiga do carreiro que mudou de rumo, e nâo tenho duvidas que as nossas experiências de vida longe do nosso pais nos deram mais lucidez e capacidade de anàlise.
Nada me daria mais prazer, do que a possibilidade de colaborar na sua campanha, e de o conhecer pessoalmente.
Sei que o seu tempo é excasso e nâo quero abusar da sua paciência.
Dir-lhe-ei que independentemente do resultado das eleicôes o senhor è um vencedor e rogo-lhe que nâo desista nunca. O povo ainda nâo sabe mas precisa muito de homens como o senhor.
Continue a lutar contra os mediocres, os oportunistas, os egoistas, sempre sem insultar e com a pedagogia propria de um grande humanista.

15nov2010

J.Rana

Suica


De Republicano a 4 de Outubro de 2010 às 13:16
Exmo Senhor Doutor

É com enorme satisfação que vejo alguém fora do mundo consporcado político assumir tal desafio.
Em diversos momentos da nossa história, alguém teve que se erguer e gritar Basta!
Eu conto consigo para soltar o grito do epiranga, porque só assim conseguiremos elevar bem alto o bom nome desta Nação.
Sabemos das limitações de um PR, mas também sabemos dos lobies. Dos arranjos. Dos boys e dos jobs. Da maçonaria aos cargos e arranjos.
Não sendo apologista de teorias de conspiração, passe, num momento de lazer " são cerca de horas de leitura" no site ZEITGEIST, na parte onde falam de Economia seria de bom tom pretar alguma atenção. São coincidèncias.....Tá bem!
Conto Sr. Doutor, com o seu conhecimento.
Devido a minha profissão não poderei acompanhar marchas politicas e outras " sou profissional de Policia", se podesse andaria a colar cartazes em seu nome. Acredito que não me desiludirá,
Se o fizer....Será o último a fazè-lo.
Boa sorte




De Anibal Pedroso a 27 de Setembro de 2010 às 01:50
Exmo sr. Dr. F. NOBRE,
SOU UM DOS QUE TENHO RECUSADO VOTAR POR FALTA DE ACREDITAR NESTA DEMOCRACIA.

MAS VENDO O SENTIDO DA SUA CANDIDATURA VOU ,DESTA VEZ DAR-LHE O MEU VOTO, TENDO MESMO QUE VIAJAR 2000 KM PARA IR VOTAR.

SINTO QUE OS VALORES ESTAO ACIMA DE TUDO E O SACRIFICIO SERA PEQUENO COMPARADO COM O QUE PODEM SER OS RESULTADOS.

DEUS QUEIRA QUE GANHE E BOA SORTE COMO PRESIDENTE DUM PORTUGAL MAIS JUSTO.


De ANTONIO MANUEL MARTINS MIGUEL a 29 de Junho de 2010 às 21:04
Aí está uma candidatura com sentido de Estado !!
Tem passado, é um homem honesto, competente, abrangente, ponderado, sensato, culto. Conhecedor da realidade portuguesa, do Portugal profundo e que eu saiba não acumula "tachos", nem recebe aposentação por serviços que nunca fez, nem tem aposentações em duplicado, triplicado e mais ...
Bem-haja e que Deus lhe ilumine os caminhos.
Portugal precisa de gente assim!
Força Fernando Nobre !
Portugal precisa de começar a dar a volta por cima para bem dos seus filhos e Fernando Nobre é uma grande Luz ao fundo do Tunel!!
Tenho dito e escrito sobre a necessidade de os competentes, honestos e incorruptos se assumirem para bem de si mesmos e para o bem dos vindouros, seus filhos e netos.
Só assim se conseguirá construir um novo Portugal deitando abaixo a barreiras que se queria terem sido destruídas e não foram, porque outros actores menos honestos, oportunistas e atrevidos subiram ao palco, salvo raras excepções que confirmam a regra, obviamente.
A transparência dos actos exige-se, o diálogo, a verticalidade e a responsabilização de todos sem excepção, a humanização das organizações, a defesa séria e objectiva, constante, dos mais carenciados, devem estar no palco da política como uma pedagogia salutar para bem dos concidadãos e um grande contributo para a Humanidade, onde o SER é mais importante que o TER.
Os jovens têm necessidade de vislumbrar o seu futuro, um futuro promissor, feito de homens e mulheres sérios, em quem se possa acreditar, pelo trabalho, pelo exemplo, pela verticalidade, pela visão positiva da VIDA.
A Presidencia da República é lugar para um excelente pedagogo como Fernando Nobre e que tanta falta faz em Portugal.
Portugal precisa de um Estadista capaz de representar Portugal com serenidade e com seriedade!!
QUEM TEM MEDO DE FERNANDO NOBRE?
FORÇA!!


De Victo Manuel de Almeida dos Santos a 1 de Junho de 2010 às 23:01
Caro Senhor Doutor Fernando Nobre:
Como Português/Angolano (nascido em Luanda) e seu contemporâneo (26/01/1951), quero manifestar o meu apoio à sua candidatura a Presidente da República de Portugal.
Finalmente apareceu alguém em quem confiar o destino deste País, que corre o risco de se tornar miserável.
Vivo em Trás-os-Montes há 33 anos. Se precisar do meu apoio para a sua campanha local, conte comigo.
Cumprimentos e sempre em frente.
Victor M.A.N.Santos
Tlm . 914848113)


De julia a 1 de Junho de 2010 às 02:56
Caro DR. Fernando Nobre:
Meus respeitosos cumprimentos.

No mundo de mãos dadas

No mundo de mãos dadas, lutaremos
Pra transformar os montes em caminhos.

Construindo desde já um mundo novo
Onde reine a justiça e reine a paz
De mãos dadas neste mundo lutaremos
Pra tornarmos este mundo mais capaz

Nós servimos na alegria que nos une
Transmitimos mão em mão a nossa esperança
Caminhamos na certeza de encontrar
O segredo que por dentro já avança

Cresceremos a subir para o futuro
Que se esconde no silêncio da semente
Inseridos no agora que vivemos
de mãos dadas caminhamos para a frente

NO MUNDO, DE MÃOS DADAS, LUTAREMOS
Presidente da Repúblia será.
PRA TRANSFORMAR OS MONTES EM CAMINHOS

Até amanhã! Até sempre!
Júlia Príncipe


De José a 11 de Abril de 2010 às 16:00
Caro Dr. Fernando Nobre,

Gosto de tentar dar conselhos às outras pessoas, porque acho que é um dos contributos mais valiosos que podemos dar. Poderia tentar dar-lhe vários conselhos, mas provavelmente quase todos seriam redundantes com os de outras pessoas antes de mim. Porém, talvez este que agora vou deixar não seja redundante; por outro lado, espero que também não seja irrelevante... o Dr. o dirá.

O poder e a notoriedade política corrompem. Todos o sabemos, e provavelmente todos conhecemos alguém que parecia inteiramente de confiança, dono de uma ética inabalável, e que acabou por se transformar em "molusco" (lembra-se de quando usou esta palavra?) -- um ser disforme, sem identidade e portanto sem credibilidade. Gostaria muito que isso não acontecesse consigo. Por isso, o meu conselho é o seguinte:

Quando tiver tempo, sente-se a uma mesa, com uma caneta e algumas folhas à mão, e descreva-se. Ponha no papel o modo como se vê, as qualidades e fraquezas que reconhece em si mesmo, os sonhos, as emoções, os erros passados que lamenta, os desafios que o angustiam, os dilemas que atravessam a sua mente. Ponha no papel -- tão claramente quanto as palavras permitirem -- o seu compromisso de humildemente contribuir para o bem comum e para um mundo com mais sentido. Imagine-se como PR daqui a dois anos, imagine-se (com algum pessimismo, mas às vezes convém ser pessimista) um "molusco" igual a outros, e escreva no papel aquilo que o Dr. Fernando Nobre de hoje diria a esse hipotético Dr. Fernando Nobre de amanhã se o encontrasse.

O que lhe estou a propor, é que deixe nessas folhas de papel uma âncora que prenda o Dr. Fernando Nobre do futuro ao Dr. Fernando Nobre do presente: uma âncora que não o deixe ir à deriva mesmo depois de todas as alterações à sua rotina, ao seu círculo de relacionamentos, às suas preocupações, etc.. Porque o povo que votar em si, é feito de pessoas cuja vida e cuja identidade se mantêm quase imutáveis ao longo de anos (muitas vezes não porque essas pessoas não quisessem mudar algo, mas porque não conseguem); portanto, daqui por dois ou quatro anos essas pessoas continuarão a buscar em si o mesmo que buscam hoje, e sentir-se-ão traídas se, ao olharem para si, virem um Dr. Fernando Nobre diferente daquele em que votaram.

Não confie demasiado em si, na sua memória, na imutabilidade do seu pensamento. Quando a vida se altera, as pessoas mudam, e por vezes descaracterizam-se. Faça tudo o que estiver ao seu alcance (dentro do tempo de que dispõe, claro) para impedir que isso aconteça.

Espero que compreenda o que quero dizer.


De Anónimo a 23 de Março de 2010 às 17:19
Sr.Dr. FERNANDO NOBRE

Felicito-o pela coragem que tem em querer tentar endireitar este nosso país que está um autêntico caos,principalmente para os mais desfavorecidos.
Que a justiça,a educação,a saúde, sejam os grandes valores a que os portugueses querem ter direitos concretizados.

Respeitosos cumprimentos



De Joaquim Pinheiro a 11 de Março de 2010 às 01:55
Tenho o antigo 7º ano do curso industrial, mas toda a minha vida foi comercial, agora empresário em nome individual,
com 53 de idade, lutei noutros tempos pela dignidade e liberdade minha e do meu povo (e povo entendo por todos os seres humanos do planeta que vivem sem a menor possibilidade de conhecer esse estatuto "Humano").

Participei activamente (como independente sem nenhuma ligação oficial a nenhuma força) na politica antes durante e após 25 de Abril de 74, mas em 1976, verifiquei que esta democracia pela forma como era tecnicamente escrutinada e condicionada pelo partidarismo, nunca passaria de uma "ditadura democrática ", porque os dois maiores partidos do país alternariam (com ou sem maiorias/com ou sem coligações) eternamente no poder, apenas porque qualquer partido que tem mais de 25% dos votos pode ter maioria absoluta, (principalmente quando os votos considerados brancos, nulos e abstenções atingem percentagens altas, tem vezes que ultrapassa os 50%), assim considero que sempre que num escrutínio democrático os votos brancos e nulos (ida ao voto interesse pela democracia, mas sem reconhecimento por nenhum candidato) bem como a abstenções ( não ida ao voto descrédito na democracia e seus representantes), ultrapassem os 50% do total de todos os eleitores registados nos cadernos eleitorais mais os em idade de votar, não pode haver a ver
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Tenho o antigo 7º ano do curso industrial, mas toda a minha vida foi comercial, agora empresário em nome individual, <BR>com 53 de idade, lutei noutros tempos pela dignidade e liberdade minha e do meu povo (e povo entendo por todos os seres humanos do planeta que vivem sem a menor possibilidade de conhecer esse estatuto "Humano"). <BR><BR>Participei activamente (como independente sem nenhuma ligação oficial a nenhuma força) na politica antes durante e após 25 de Abril de 74, mas em 1976, verifiquei que esta democracia pela forma como era tecnicamente escrutinada e condicionada pelo partidarismo, nunca passaria de uma "ditadura democrática ", porque os dois maiores partidos do país alternariam (com ou sem maiorias/com ou sem coligações) eternamente no poder, apenas porque qualquer partido que tem mais de 25% dos votos pode ter maioria absoluta, (principalmente quando os votos considerados brancos, nulos e abstenções atingem percentagens altas, tem vezes que ultrapassa os 50%), assim considero que sempre que num escrutínio democrático os votos brancos e nulos (ida ao voto interesse pela democracia, mas sem reconhecimento por nenhum candidato) bem como a abstenções ( não ida ao voto descrédito na democracia e seus representantes), ultrapassem os 50% do total de todos os eleitores registados nos cadernos eleitorais mais os em idade de votar, não pode haver a ver <BR class=incorrect name="incorrect" <a>dadeira</A> democracia porque deixa sem protecção mais de metade de todo o activo eleitor, nenhum politico digno desse nome deveria aceitar o cargo nestas condições (falta de legitimidade democrática ), o que nenhum até hoje teve a coragem de fazer. <BR><BR>Perdi a esperança nesta democracia e tenho votado na maior parte das vezes no candidato/partido que não vai permitir maiorias absolutas, são perigosas quando comandadas por partidos politicos. <BR><BR>Acredito num habitat planeta "Terra", numa raça "Humana", numa politica universal que nos nortei a todos, que distribua por todos em igualdade os deveres e direitos universais, assente em valores como a verdade, dignidade, honra, respeito, igualdade e liberdade de uns para com os outros, e é por isto que estou disposto a lutar sob o seu comando, homem de coragem, que coloca os seus deveres na frente dos seus direitos, que dá sem pedir compensações, que goza de felicidade ao ajudar a salvar vidas sem olhar a raças a cores a posições sociais, tudo apenas porque a sua grande riqueza está no bem estar do seu semelhante, isto não é poesia nem sonho é "GRANDEZA HUMANA praticada ao longo de toda a vida". <BR><BR>Não o conheço pessoalmente embora tenha na minha roda de amigos de juventude algumas pessoas que regressaram de Angola em 1975, mas estou a par do seu trabalho quase desde o seu inicio, ainda não li nenhum dos seus livros, mas prometo irei ler muito breve. <BR><BR>Sei que como P.R , na pratica não pode fazer muito, mas pode certamente fazer muito mais do que se fez até hoje (apenas lutas de interesses partidarios /politico economicos e jogos de datas eleitorais), mas ACREDITO que a massa de votos que a sua candidatura provocará, por si só, gerará um movimento (não partido politico) de pessoas que acredito possam cumprir sob forma de governo o objectivo da sua politica Por um PORTUGAL MAIS HUMANO JUSTO E DESENVOLVIDO. <BR><BR>Vi na entrevista que fez no programa do MST , a ventilação ao rotulo da Monarquia, do Dr. Mário Soares, do bloco esquerda etc. e nessa sequência vi algumas indignações em blogs em relação a estas suas posições, fiquei apavorado, mas não somos todos descendentes de uma Monarquia que mal ou bem nos trouxe até aqui, não nos tornamos independentes (que os bascos e catalães ainda não conseguiram) 1143 -1910, descobrimos mundo (tempos de Bravos e Corajosos) não é sob regime Monarquico que temos a nossa maior fatia de vida e grandiosos feitos como país livre e independente, e se olharmos bem o que temos depois de bem espremido do ainda não cumprido 1 seculo (1910-2010), não se importe com essas provocações, porque muitos de nós tambem votamos como o Senhor ,ora aqui, ora ali, conforme o menor mal que achassemos que iriam provocar. <BR><BR>CONTE COMIGO e COM A MINHA CAPACIDADE DE AJUDAR a MOTIVAR A MUDANÇA PARA DEIXAR AOS NOSSOS NETOS UM PORTUGAL MAIOR.


De Anónimo a 10 de Março de 2010 às 00:02
O principal produto é a pessoa .O Doutor Fernando Nobre, fará o nosso Futuro mudar a atitude, lembrando ao Povo que o importante não é quem somos, mas o que somos. E continuamos a ser --O Povo de LUZ -- Obrigada Doutor Fernando Nobre. Cumprimentos de Isabel de Sousa Pinto.


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Fernando José de La Vieter Ribeiro Nobre nasceu em Luanda em 1951. Em 1964 mudou-se para o Congo e, três anos mais tarde, para Bruxelas, onde estudou e residiu até 1985, altura em que veio para Portugal, país das suas origens paternas. É Doutor em Medicina pela Universidade Livre de Bruxelas, onde foi Assistente (Anatomia e Embriologia) e Especialista em Cirurgia Geral e Urologia. (continuar a ler)
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LIVROS QUE PUBLIQUEI

- "Viagens Contra a Indiferença",
Temas & Debates

- "Gritos Contra a Indiferença",
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- "Histórias que contei aos meus filhos",
Oficina do Livro


- "Mais Histórias que Contei aos Meus Filhos", Oficina do Livro

- "Humanidade - Despertar para a Cidadania Global Solidária", Temas e Debates/Círculo de Leitores

- "Um conto de Natal", Oficina do Livro
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