Terça-feira, 23 de Fevereiro de 2010

19 de Fevereiro de 2010 / 20h00
Auditório do Padrão dos Descobrimentos
Belém - Lisboa

 

 

Portugueses,

Sou candidato a Presidente da República, impulsionado por imperativo moral, de consciência e de cidadania.

 

Portugal precisa de um Presidente que venha verdadeiramente da sociedade civil, que seja independente, que nada precise da política e que conheça bem o país e o mundo.

 

Nada tenho contra os partidos ou a democracia partidária, porque não existe outra. Mas sou contra o sufoco partidário da vida pública. Acredito, sincera e profundamente que um homem livre, só e independente, pode servir melhor o país, nesta altura tão difícil e sensível para Portugal. A magistratura suprapartidária do Presidente da República deve ser exercida sem demagogias, sem populismos, sem anti-corpos contra os partidos e os políticos.

 

Não peço nem pedirei nenhum apoio que não o dos cidadãos que se identifiquem com o meu projecto, e aceitarei de bom grado todos os que a minha consciência não rejeitar, não me enfeudando a nenhum …
 

 

A minha candidatura é, também, a candidatura dos que não tiveram voz até agora, dos que se desiludiram com a política, dos que acreditam que a política não se esgota nos políticos e não é a sua coutada privada. Não é uma candidatura neutral, é uma candidatura empenhada, que diz respeito a todos aqueles para quem o destino do país não é indiferente, e que acreditam que as mudanças indispensáveis podem, ainda, ser feitas dentro do quadro constitucional e institucional.

 

Sei que muitos pensam ou já pensaram muitas vezes o mesmo que eu, mas não acreditaram que valesse a pena este combate. Chegou a hora da grande, determinada e corajosa opção de actuar, de acreditar em Portugal. Chegou a hora de não continuar de fora, chegou a hora de travar as dúvidas e de combater a maledicência, chegou a hora da esperança e da confiança no nosso futuro colectivo. Portugal é uma questão que diz respeito a todos os portugueses: ninguém se pode eximir desse dever de cidadania indeclinável.

Sou democrata, patriota e com particular sensibilidade social e humanística. Tenho orgulho de ser português e, trago bem enraizadas em mim as marcas da multiculturalidade, da lusofonia e de uma profunda mundivivência.

 

Sou apartidário mas não apolítico. Tenho os meus valores e os meus princípios e não acredito num saco de gatos onde todos cabem. O meu espaço político, mais do que definido à esquerda, à direita ou ao centro, é o da liberdade, da justiça social, do humanismo, da ética, da solidariedade, da transparência na vida pública e da adequada, justa e indispensável função redistributiva do Estado, que abranja no que diz respeito aos deveres, e não apenas aos direitos, todos os cidadãos de todas as áreas do território nacional. Procurarei, assim, que a sociedade portuguesa e todas as suas instituições se libertem dos velhos paradigmas e passem a reconhecer o mérito, a premiar a excelência, e a recusar a impunidade.

 

Conhecendo os poderes presidenciais que a Constituição reserva ao Presidente, não tenho um programa político para a governação – tal compete ao Governo eleito – mas apenas um programa que constitui um compromisso moral intransigente, com o qual me comprometo e pelo qual responderei sempre perante os portugueses e Portugal.

 

Não usurparei nenhum poder que não me caiba pela Constituição, mas não prescindirei de exercer nenhum dos que me competem. Não serei factor de perturbação das instituições, mas sim garante da sua estabilidade e regular funcionamento, tal como manda a Constituição.

Não interferirei nem dificultarei a vida a qualquer Governo, mas não presidirei, de braços cruzados, ao desgoverno do país ou à degradação das suas condições de vida, da sua essencial coesão social, do seu desenvolvimento, da sua justiça, da sua democracia e da dignidade de Portugal.

 

Se for eleito Presidente, como espero, embora limitado aos poderes que a Constituição me confere, prestarei contas ao País sempre que necessário.


À luz que faço do mandato presidencial proponho-me:

 

1 - Lutar, promover e incentivar a regeneração ética da vida política do país. Todos os eleitos, todos os nomeados politicamente, estão ao serviço do país e têm de prestar contas, honrar as suas propostas, assumir as responsabilidades e deveres do cargo e as consequências dos seus actos. Serei intransigente a exigir de cada um o cumprimento das suas obrigações. Portugal espera de cada um que cumpra o seu dever. A todos exigirei o mesmo que exigirei a mim próprio: trabalho, cidadania, solidariedade e ética.

 

2 - Apoiar e incentivar todos os esforços do governo e da sociedade civil no caminho da justiça social em todos os sectores da vida dos cidadãos: na educação, na saúde, nas oportunidades de emprego, na criação de riqueza, na justiça fiscal, na promoção de condições de vida dignas. Estarei particularmente atento à situação dos desempregados e dos trabalhadores precários assim como ao futuro dos nossos jovens, à dignidade do fim da vida dos nossos idosos, às comunidades emigrantes e imigrantes, porque entendo que todos eles são essenciais a uma equilibrada e saudável coesão social nacional.

 

3 - Defender a soberania nacional, tal como compete ao Presidente, entendida num sentido amplo e concreto: a defesa dos seus recursos e riquezas naturais, do seu património histórico e natural, da língua, da cultura e do prestígio do seu nome no concerto das nações.

 

4 - Não pactuar com a situação trágica da justiça em Portugal. É privilégio e função primeira do Estado a aplicação da justiça, e um Estado que o não faz é um Estado que não tem justificação moral. Defenderei, pois, intransigentemente, a independência da Justiça, mas não aceitarei que o corporativismo, a ineficácia, a irresponsabilidade ou as justificações de circunstância neguem o direito de todos, por igual, à Justiça. Também na Educação, na Saúde, na Economia e na Defesa, é a Justiça que deve estar ao serviço das pessoas e do Estado e não o contrário.

 

 

Portugueses: Todos sabemos que Portugal não é um País rico e que a sua situação económica e financeira é hoje muito difícil. Não existem milagres nem soluções mágicas em tempo recorde. A minha tarefa será a de despertar, motivar e incentivar o espírito de cidadania em cada um dos portugueses: todos temos direitos, e todos temos deveres para com o país.

 

A missão - que já não pode mais ser adiada - de devolver a todos a fé na democracia, a esperança num país melhor e a confiança num país justo, cabe a todos e a cada um dos portugueses, e não apenas aos que governam e decidem.

 

Temos enormes potencialidades: uma lusofonia à dimensão do mundo, um mar com reservas inexploradas, jovens cientistas de craveira internacional e um povo ímpar, que foi dos poucos povos que marcou indelevelmente a História da Humanidade.

 

Assim, não acredito em nenhum fatalismo lusitano para que Portugal seja regularmente citado pelas piores razões.

 

Candidato-me, não apenas porque o imperativo da hora me impõe esse dever moral e cívico, mas, sobretudo, porque a tarefa de não nos conformarmos a assistir, sem nada fazer, à agonia lenta de Portugal é uma exigência dos que vêm a seguir – os nossos filhos e netos - que não podemos ignorar nem desiludir.

 

Estou consciente que esta será uma batalha difícil, talvez até invencível, mas não será nunca inútil: a luta contra a indiferença sempre foi e será a minha marca individual. A minha candidatura é, assim, uma questão de coerência para comigo próprio.

 

É HORA DE ACREDITAR EM PORTUGAL!

 

Agora e aqui, neste Padrão dos Descobrimentos, alicerçados na nossa História convido-vos a olhar para o futuro, destemidos e a trabalhar com perseverança e afinco para vencermos os novos adamastores que nos angustiam e amedrontam, e assim transformarmos os actuais “cabos das tormentas” em “novos cabos de esperança” que iluminarão Portugal.

Convido-vos a todos para esse combate em nome dos nossos filhos e netos.


Em nome da esperança,
Em nome do “Acreditar em Portugal”.

Viva Portugal!
 



publicado por Fernando Nobre às 13:24
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26 comentários:
De ANTONIO MANUEL MARTINS MIGUEL a 29 de Junho de 2010 às 21:00
AÍ sí está uma candidatura com sentido de Estado !!
Tem passado, é um homem honesto, competente, abrangente, ponderado, sensato, culto. Conhecedor da realidade portuguesa, do Portugal profundo e que eu saiba não acumula "tachos", nem recebe aposentação por serviços que nunca fez, nem tem aposentações em duplicado, triplicado e mais ...
Bem-haja e que Deus lhe ilumine os caminhos.
Portugal precisa de gente assim!
Força Fernando Nobre !
Portugal precisa de começar a dar a volta por cima para bem dos seus filhos e Fernando Nobre é uma grande Luz ao fundo do Tunel!!
Tenho dito e escrito sobre a necessidade de os competentes, honestos e incorruptos se assumirem para bem de si mesmos e para o bem dos vindouros, seus filhos e netos.
Só assim se conseguirá construir um novo Portugal deitando abaixo a barreiras que se queria terem sido destruídas e não foram, porque outros actores menos honestos, oportunistas e atrevidos subiram ao palco, salvo raras excepções que confirmam a regra, obviamente.
A transparência dos actos exige-se, o diálogo, a verticalidade e a responsabilização de todos sem excepção, a humanização das organizações, a defesa séria e objectiva, constante, dos mais carenciados, devem estar no palco da política como uma pedagogia salutar para bem dos concidadãos e um grande contributo para a Humanidade, onde o SER é mais importante que o TER.
Os jovens têm necessidade de vislumbrar o seu futuro, um futuro promissor, feito de homens e mulheres sérios, em quem se possa acreditar, pelo trabalho, pelo exemplo, pela verticalidade, pela visão positiva da VIDA.
A Presidencia da Repúblia é lugar para um excelente pedagogo como Fernando Nobre e que tanta falta faz em Portugal.
Portugal precisa de um Estadista capaz de representar Portugal com serenidade e com seriedade!!
QUEM TEM MEDO DE FERNANDO NOBRE ?
FORÇA!!


De ANTONIO MANUEL MARTINS MIGUEL a 18 de Junho de 2010 às 01:53
É uma candidatura com sentido de Estado !!
Tem passado, é um homem honesto, competente, abrangente, ponderado, sensato, culto. Conhecedor da realidade portuguesa, do Portugal profundo e que eu saiba não acumula "tachos", nem recebe aposentação por serviços que nunca fez, nem tem aposentações em duplicado, triplic...ado... e mais ... Bem-haja e que Deus lhe ilumine os caminhos.
Portugal precisa de gente assim! Chegou o momento de começarmos a fazer mais alguma coisa por Portugal, com Fernando Nobre ! Força Fernando Nobre !
Portugal precisa de começar a dar a volta por cima para bem dos seus filhos e Fernando Nobre é uma grande Luz ao fundo do Tunel!!
Tenho dito e escrito sobre a necessidade de os competentes, honestos e sérios se assumirem para bem de si mesmos e para o bem dos vindouros, seus filhos e netos. Só assim se conseguirá construir um novo Portugal deitando abaixo a barreiras que se queria terem sido destruídas e não foram, porque outros actores menos honestos, oportunistas e atrevidos subiram ao palco, salvo raras excepções que confirmam a regra, obviamente.
A transparência dos actos exige-se, o diálogo, a verticalidade e a responsabilização de todos sem excepção, a humanização das organizações, a defesa séria e objectiva, constante, dos mais carenciados, devem estar no palco da política como uma pedagogia salutar para bem dos concidadãos e um grande contributo para a Humanidade, onde o SER é mais importante que o TER.
Os jovens têm necessidade de vislumbrar o seu futuro, um futuro promissor, feito de homens e mulheres sérios, em quem se possa acreditar, pelo trabalho, pelo exemplo, pela verticalidade, pela visão positiva da VIDA. A classe média sacrificada tem necessidade de ter uma voz ao mais alto nível da magistratura e o tecido económico e social carece de coesão em volta de princípios e objectivos claros de indubitável confiança.
A Presidência da RepúbliCa é lugar para um excelente pedagogo como Fernando Nobre e que tanta falta faz em Portugal.
Portugal precisa de um Estadista capaz de representar Portugal com serenidade e com seriedade!! FORÇA!!
QUEM TEM MEDO DE FERNANDO NOBRE ?


De Sebastião Mello a 2 de Maio de 2010 às 21:58
Exmo Sr Dr,
Pedir-lhe-ia que visse o discurso do embaixador Lauro Moreira aos 4:26
http://www.youtube.com/watch?v=xgwEPwfQBQY

Onde fala objectivamente sobre a Galícia não falar Português e ser preciso ter cuidado.
Por outro lado o mesmo embaixador em discurso na Antena 1: http://mp3.rtp.pt/mp3/wavrss/info/nacional/686777_55378.mp3

Exmo Sr. Dr. Com o devido respeito 1415 é a data de referência. Infelizmente da Galícia tem existido uma pressão que, infelizmente só tem, quanto a mim provocado prejuízos. Precisamos de um ministério da cultura forte, de um país que defenda a história, a cultura, a língua e que sobretudo saiba ensinar e proteger os sinais do nosso mundo lusófono, os símbolos nacionais. O MIL e algumas páginas associadas, para além dos reintegracionistas galegos, uma minoria na Galícia e as suas páginas também associadas têm vindo a prejudicar a portugalidade e as suas referências. Mesmo sabendo que eles não têm qualquer importância, seria necessário que respeitassem ou fossem obrigados a respeitar Portugal e a CPLP. Chegam até a alterar símbolos nacionais e logotipos das organizações, entre elas a da CPLP. Cumprimentos


De Sebastião Mello a 2 de Maio de 2010 às 21:44
Ex.mo Senhor
Dr. Fernando Nobre,

Parabéns pela sua candidatura. No entanto, gostaria de alertá-lo para determinados movimentos que se dizem lusófonos, mas que na sua rectaguarda têm elementos espanhóis, do reintegracionismo galego. Esse género de movimentos não são do que Portugal precisa. São ruídos que atentam contra a portugalidade e a relação que Portugal manteve e mantem desde 1415 com outros povos. É necessário preservar a nossa identidade e a nossa especificidade na Europa e é necessário criar uma federação com os povos da CPLP, aprofundar as relações que se iniciaram em 1415. É esta a data que deverá importar para a nossa afirmação. Dr. Fernando Nobre, provavelmente irei votar em si. Um dos "movimentos" que repudio é o MIL, que se predispôs desde logo colocar na página o apoio à sua candidatura. Para mim é óbvio que procuram protagonismo e obviamente têm objectivos políticos que não passam seguramente pelo bem do nosso povo, pela posição que Portugal deve ter no mundo, da afirmação plena da portugalidade, da sua história, cultura e língua, sem qualquer réstea de confusão ou ruído. A todo o custo querem que o protagonismo recaia sobre uma parte de Espanha. Infelizmente, por causa de algum vazio político em Portugal é preciso estar mais alerta para este tipo de situações. Cumprimentos Cordiais


De Eduardo Alves a 24 de Abril de 2010 às 08:22
Parabéns!
Creio que grande parte dos Portugueses se identificam com as suas convicções. Gostei quando refere que é apartidário, pois partilho da sua opinião. Neste momento penso que não interessa se somos de direita ou de esquerda, devemos sim lutar para uma sociedade melhor, mais justa e perfeita.
Estou cansado da demagogia dos nossos políticos
Espero sinceramente que este seja o inicio de uma nova era em que todos os envolvidos trabalhem a bem da Nação.
Caro Dr. Fernando Nobre desde já lhe dou os meus parabéns pela iniciativa e conte com o meu voto!


De luis filipe marques a 10 de Março de 2010 às 18:59
Carissimo Dr.Fernando Nobre, estou ao seu lado e irei ate ao fim com a sua candidatura.
ja nao acredito em políticos.
O Dr inspira-me muita confiança e estou consigo.
Vamos trabalhar com objectivo BELEM.
Abraços sinceros


De Escola Secundária de Alfena a 3 de Março de 2010 às 08:52
Bom dia Dr. Fernando Nobre,
Somos um grupo de alunos do 9º ano da Escola Secundária de Alfena (Valongo). No âmbito da disciplina de área de projecto, estamos a elaborar um trabalho sobre uma personalidade portuguesa, com contributo para a sociedade. Escolhemos o senhor doutor como personalidade a trabalhar e a sua acção na AMI.
Pretendemos com o nosso projecto promover duas semanas de solidariedade na Escola para angariar bens para a AMI e, por isso, agradecíamos que nos indicasse aqueles que fazem mais falta.
Aproveitamos também para indagar da sua disponibilidade/ou de algum membro da AMI para visitar a nossa Escola e fazer uma palestra sobre as actividades da AMI.


De José Travassos Valdez a 2 de Março de 2010 às 17:31
Caro Dr. Fernando Nobre,

Apesar de monarquico apoiante da Casa de Saxe Coburgo Gotha e Bragança, na pessoa de SAR. D. Rosário http://www.realcasaportuguesa.org/ reconheço na sua candidatura importantes linhas orientadoras já defendidas por SAR. D. Rosário XXII duque de Bragança, motivo pelo qual na impossibilidade de uma restauração imediata, apoiarei a sua candidatura por achar que as suas propostas são uteis a Portugal nesta dificil hora e porque a sua pessoa é inquestionavel em matéria de serviço ao próximo.


De mariamartins a 1 de Março de 2010 às 23:47
Caríssimo Doutor Nobre
Uma lufada de "ar fresco", neste país nublado, é tudo o que me parece a sua candidatura a PRESIDENTE DE REPÚBLICA !
Não resisto, insistentemente, venho comentar ou ver/ler os comentários dos inúmeros apoiantes.
É aliciante pensar na equação matemática: Portugal está para Nobre como EUA para Obama ! Vale a pena a batalha, pelo reconhecimento que até aqui chegou, por todo o feed back que certamente sente, dá para ouvir as "batidas" do ritmo cardíaco de muitos apoiantes. Força Doutor Fernando Nobre.
Sua fã, cidadã anónima de nome,
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Caríssimo Doutor Nobre <BR>Uma lufada de "ar fresco", neste país nublado, é tudo o que me parece a sua candidatura a PRESIDENTE DE REPÚBLICA ! <BR>Não resisto, insistentemente, venho comentar ou ver/ler os comentários dos inúmeros apoiantes. <BR>É aliciante pensar na equação matemática: Portugal está para Nobre como EUA para Obama ! Vale a pena a batalha, pelo reconhecimento que até aqui chegou, por todo o feed back que certamente sente, dá para ouvir as "batidas" do ritmo cardíaco de muitos apoiantes. Força Doutor Fernando Nobre. <BR>Sua fã, cidadã anónima de nome, <BR class=incorrect name="incorrect" <a>fátima</A> martins


De fernanda ribeiro a 1 de Março de 2010 às 23:43
Professor, Cidadão do Mundo, só quero trabalhar na sua campanha, por favor diga que fazer, onde e com um Abraço fernanda ribeiro como vê ainda somos parentes


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Fernando José de La Vieter Ribeiro Nobre nasceu em Luanda em 1951. Em 1964 mudou-se para o Congo e, três anos mais tarde, para Bruxelas, onde estudou e residiu até 1985, altura em que veio para Portugal, país das suas origens paternas. É Doutor em Medicina pela Universidade Livre de Bruxelas, onde foi Assistente (Anatomia e Embriologia) e Especialista em Cirurgia Geral e Urologia. (continuar a ler)
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