Quarta-feira, 17 de Dezembro de 2008


Falo-vos desses magníficos personagens históricos, o primeiro e o terceiro Vice-Reis e o segundo Governador da Índia. Nutro pelos três uma profunda admiração porque com eles muito me tenho cruzado nas minhas andanças pelo Golfo Pérsico e pelo Índico desde 1981 e é sempre bom reavivar as nossas memórias e pensarmos nos nossos egrégios avós… Sobre todos eles tenho livros na minha biblioteca.
Os três foram magníficos e íntegros servidores do Estado. Morreram mais pobres do que quando assumiram as suas altas funções. Nenhum deles regressou vivo ao país (apenas as cinzas de D. João regressaram…). Todos perderam filhos na linha da frente (ou sobrinhos, no caso de Afonso de Albuquerque)!
D. Lourenço, filho de D. Francisco, morreu em combate, durante o vice-reinado de seu pai, frente a Chaul, na costa da Índia, em 1508, após ter achado o Ceilão em 1505. Foi o primeiro nome português que ouvi no Sri Lanka (antigo Ceilão e mítica Taprobana de Luís Vaz de Camões) quando lá cheguei com a AMI, dia 28 de Dezembro de 2004, dois dias após o terrível tsunami. É em sua homenagem, e com o seu nome, que será inaugurado um grande centro social e cultural em Batticaloa, na costa oriental do Sri Lanka, que a AMI está a construir através da Fundação Portugal - Sri Lanka, que lá criou e da qual sou patrono e que ainda este ano visitarei.
Em Goa os três deixaram marcas. Indeléveis, no caso de Afonso de Albuquerque que lá ficou sepultado. Em Malaca, evidentemente, é impossível não pensar no imenso estadista que foi este Governador, onde chegou em 1511, quando confrontados com os restos da sua fortaleza “A Famosa”!
Em Malaca também, no interior da Igreja de S. Paulo, encontra-se a placa tumular de D. Miguel de Castro, o filho mais novo de D. João, que morreu enquanto comandante dessa fortaleza! De referir que D. João perdeu ainda um outro filho na linha da frente, D. Fernando, no baluarte de Diu!
É em nome deles que há dois anos que a AMI desenvolve um projecto em Malaca.
Magníficos portugueses! A eles, e a outros da sua fibra, devemos a grandeza de Portugal: foi o tempo dos deveres sagrados em que os Vice-Reis e outros altos dignitários do Estado levavam, ou enviavam, os seus filhos e sobrinhos para a linha da frente onde morriam, se assim o dever impusesse, em nome de um país, o nosso, a que se chamou Pátria! Não se esqueçam deles por favor!
 



publicado por Fernando Nobre às 11:00
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Terça-feira, 16 de Dezembro de 2008

A todos aqueles que me interpelam, através deste blog ou pessoalmente nas mais variadas ocasiões e me pedem soluções, ou pelo menos um pouco de esperança e optimismo para uma saída desta “crise” que se vive (deveria dizer “catadupa de crises”, uma vez que todos os dias sabemos de mais uma derrocada financeira criada por poucos, mas que afecta milhares de pessoas), a minha resposta, humilde mas convicta, vai no sentido de lutarmos, cada vez mais veementemente, pelo civismo, pelo aprofundamento dos valores basilares que devem reger a actuação humana a todos os níveis e pelo reconhecimento dos Deveres que todos temos em relação ao Mundo (mais do que Direitos!).

 

É no seguimento desta minha convicção, que tantas vezes, sempre que tenho oportunidade, advogo a extrema importância da existência de uma sociedade justa e equilibrada que só será possível quando baseada em três pilares fundamentais: um Estado legítimo, equilibrado e estimulador; um Mercado (forças económicas) ético e socialmente responsável; e uma Sociedade Civil que exerça uma cidadania consciente e activa. Só então poderá haver uma melhoria real e um inverter da curva em que nos encontramos e das tendências que a regem. Só então a qualidade da governação estará à altura dos cidadãos que representa. Só então os agentes económicos farão jus às responsabilidades que têm. Só então os cidadãos, a base da pirâmide, mas também (e não esqueçamos!) a razão da sua existência, se libertarão do fardo de “crises” como estas.

 

Há que combater a ganância e a indiferença de todo e qualquer elo da sociedade.

 

Só assim se poderá pôr termo ao desvario louco destas irresponsabilidades financeiras desenfreadas e lembrarmo-nos que, apesar de tudo, grande parte do Mundo, continua sem perder na bolsa, ou os seus investimentos, simplesmente porque continua, e continuará, sem o que comer.

 

Em todos os livros que publiquei, através de relatos de viagens que fiz, de artigos que escrevi, de fotografias que tirei e até de histórias infantis que inventei, tento passar esta mensagem.
 



publicado por Fernando Nobre às 13:26
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Segunda-feira, 15 de Dezembro de 2008

Há vários dias que os jovens gregos, pelo menos para já, demonstram que estão fartos de desesperança! Deixaram de "falar calados"! É um sintoma de alerta que certos governantes, também europeus, têm que ter em conta. O mal é profundo.

 

Que os governantes deixem de levitar e desçam ao planeta Terra! A partir de agora, se não assumirem lideranças de deveres e de exclusivo serviço da Res Publica (que nasceu na Grécia!) com diálogo, sensibilidade e responsabilidade (competência + transparência) vai ser bem pior! Os copos estão cheios e as pessoas (os jovens...) não "falarão calados" por muito tempo! São tempos difíceis, de urgência! Há que estar à altura. Bruxelas e certos governos, em levitação estratosférica, não estão.



publicado por Fernando Nobre às 13:00
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Domingo, 14 de Dezembro de 2008

Embora de contornos diferentes, as tragédias humanas actualmente em curso nestes dois "Estados" têm alguns denominadores comuns e outros específicos. Nos comuns ponho a desgovernação e corrupção totais e a hipocrisia, o cinismo e a indiferença da chamada comunidade internacional. Para os específicos citaria apenas a rapina das matérias primas do Congo (coltan, urânio, ouro, cobre, diamantes...) e a sua partilha em feudos, por parte das grandes potências que enviam capacetes azuis (Paquistão, Nigéria...) com mandatos desadequados e inúteis (é tempo de reler o livro do comandante dos capacetes azuis no Ruanda, em 1994, Ten. General Roméo Dallaire,  "Shake Hands with the Devil").

Quanto ao Zimbabué, temos um psicopata em campo com o beneplácito dos outros ditadores e corruptos seus vizinhos. Podia e devia ter feito uma reforma agrária, que se impunha, mas com bom senso, cabeça, tronco e membros! Em vez de servir o seu povo, oprimiu-o e tornou-o miserável e doente para o benefício de uma cleptocracia ditatorial brutal. Resultado: derrocada total.

 

É tempo de certos governantes entenderem que os "seus" povos não lhes pertencem. Se não entenderem, há que os fazer entender. Para além do que ditaduras e crimes são sempre condenáveis, sejam os seus mentores pretos, brancos, amarelos ou vermelhos e as suas vítimas vermelhas, brancas, amarelas ou pretas!



publicado por Fernando Nobre às 10:15
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Sexta-feira, 12 de Dezembro de 2008

Dia 10 do corrente tive a felicidade de falar para mais de 100 jovens universitários e seus pais, no CUMN, em Coimbra. O tema era "Viagens com...". Falei de felicidade, pois foi o que senti ao dialogar com tantos jovens, com tamanho espírito ecuménico e de servir. É de notabilizar. Saí de lá mais crente e confiante no futuro. Senti nesses jovens o espírito dos primeiros missionários jesuítas, cujo paradigma é São Francisco Xavier, António Vieira, Manuel da Nóbrega.

Aproveito para afirmar a minha admiração e o meu profundo respeito pelos missionários (jesuítas, cambonianos, espiritanos, claritianos...) e as irmãs (S. José de Cluny...) cuja obra espalhada pelo Mundo - e com a qual me cruzo inúmeras vezes - é espantosa.

É essa a Igreja que importa valorizar! Não aquela outra, elitista, intolerante, indiferente, por vezes até política e financeira, que por aí anda há poucas décadas e que esfregou as mãos de contentamento com a liquidação da corrente da Teologia da Libertação, que verdadeiramente fazia sua a mensagem de Cristo.

 

Parabéns aos jovens.

 

Parabéns aos missionários actuantes com espírito tolerante, ecuménico e cristão, porque têm amor para todos.



publicado por Fernando Nobre às 19:54
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Meus Amigos,

 

Agradeço, sensibilizado, todos os vossos comentários, embora desde já vos diga que, não sendo santo nenhum, gostaria que também me criticassem com espírito construtivo e me dessem dicas...

 

Grande abraço.



publicado por Fernando Nobre às 19:49
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Quarta-feira, 10 de Dezembro de 2008

Escrever sobre os 60 anos da DUDH (assinada em Paris em 1948) torna necessário e obrigatório abordar os sucessos, os insucessos, retrocessos, desafios, assim como as esperanças e ameaças que sobre a matéria dos Direitos Humanos (DH) foram observados no Mundo nesse período de tempo e que, em certa medida, ainda condicionam partes significativas da população mundial.

 

A luta pela defesa dos DH, ouso afirmá-lo, será um combate perene e sem tréguas, que conhecerá sempre avanços e recuos, porque na sua mais genuína essência, trata-se de uma luta individual e colectiva dos seres humanos por valores e princípios que, quando vencedores, propiciam e reforçam a sua dignidade humana e, quando derrotados, libertam os seus comportamentos mais vis.

 

Tal tem, e terá sempre a ver com as profundas contradições, impulsões, ambições e paradoxos que habitam os corações dos seres humanos e que os motivam ou empurram, ou para a pesquisa do Amor e de Deus ou para a obtenção dos ilusórios e efémeros “poder” e “fortuna” a qualquer preço, mesmo se à custa do sofrimento dos seus semelhantes, como tantos exemplos recentes (guerras, crise financeira) ilustram.

 

Nessa fundamental matéria, a do Respeito pelos DH, nunca será inútil revisitarmos, embora breve e sucintamente, os Arquivos Históricos da Humanidade para melhor podermos, retirando as devidas ilações, alicerçar positivamente o nosso futuro colectivo. Por isso, farei breves considerações sobre a importância dos nossos Arquivos Históricos colectivos em matéria de DH, visita para mim sempre obrigatória, na tentativa de refrescar as nossas consciências e deixar bem claro as nossas responsabilidades comuns, enquanto co-responsáveis para o bem e para o mal, sobre tudo o que à espécie humana aconteceu, e acontece, pese embora dotada, diz-se, de Razão, Inteligência e Sentimento.  
 



publicado por Fernando Nobre às 00:15
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A razão deste blog é muito simples: ser um espaço de liberdade onde exprimirei livremente, sem constrangimentos nem rodeios e intermediários, os meus pensamentos e reflexões sobre todos os temas que me interpelam, ou que o venham a fazer, e que me fazem, ou farão, gritar contra a indiferença que, como a intolerância e a ganância, considero ser uma das doenças mais mortíferas da Humanidade.

 

Assim fazendo espero dar o meu contributo para o reforço da Cidadania Global Solidária. O meu lema será só e apenas este: recusar acomodar-me.

 

Este blog é mais um passo no assumir das minhas responsabilidades de cidadão do mundo atento e activo. Tudo farei para me manter sempre coerente com os Valores e Princípios que nortearam a minha vida até hoje bem consciente de que, se tenho Direitos inalienáveis, tenho sobretudo Deveres irrecusáveis para com o meu País e o Mundo.

Tentarei pois partilhar com todos vós, meus amigos, as questões que tanto me interpelam e por vezes, confesso, me angustiam ou me iluminam.

Essas questões são: as crises humanitárias, as guerras, a fome, a corrupção, a cidadania global, as alterações climáticas, a exclusão social e a pobreza, as migrações, os direitos humanos, os povos esquecidos, o voluntariado, os conflitos sociais, o civismo, o alertar consciências, a globalização ética e cultural, a governação ou desgovernação global na política ou nas finanças…

Este blog pretende pois apenas dar um singelo contributo à Democracia e à Paz em Portugal e no Mundo em nome do Ser Humano, lutando irredutivelmente pela Liberdade e pela Fraternidade.

Essa é a minha profissão de fé enquanto ser livre que sou.



publicado por Fernando Nobre às 00:00
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Terça-feira, 9 de Dezembro de 2008

Fernando José de La Vieter Ribeiro Nobre nasceu em Luanda em 1951. Em 1964 mudou-se para o Congo e, três anos mais tarde, para Bruxelas, onde estudou e residiu até 1985, altura em que veio para Portugal, país das suas origens paternas. É Doutor em Medicina pela Universidade Livre de Bruxelas, onde foi Assistente (Anatomia e Embriologia) e Especialista em Cirurgia Geral e Urologia.

 

É Doutor Honoris Causa pela Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa  e Académico Correspondente da Academia Internacional de Cultura Portuguesa. Foi membro do Conselho Geral da Universidade de Lisboa e do Conselho Geral da Universidade da Beira Interior. É Professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, regente da cátedra "Medicina Humanitária". Foi Professor Convidado dos cursos de Mestrado e Pós-Graduação na Universidade Autónoma de Lisboa e no Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna e conferencista no Instituto de Estudos Superiores Militares.

 

Foi administrador dos Médicos Sem Fronteiras - Bélgica e fundou, em Portugal, a AMI – Assistência Médica Internacional, à qual ainda preside. Participou como cirurgião em mais de duzentas e cinquenta missões de estudo, coordenação e assistência médica humanitária em mais de setenta países de todos os continentes.

 

Em termos associativos:

- foi presidente do Conselho de Curadores e da Assembleia Geral do Instituto da Democracia Portuguesa;

- é Presidente da Assembleia Geral da Associação Tratado de Simulambuco, da qual também é co-fundador;

- é co-fundador do Fórum para a Paz;

- é sócio-honorário e ex-presidente honorário do MIL (Movimento Internacional Lusófono)

- é patrono da Portuguese - Sri Lanka Burgher Foundation; do agrupamento nº900 dos Escuteiros de Monte Abraão, dos Escuteiros de Aveiro, da APARECE (Instituição de Apoio a Adolescentes em Risco) e da Fundação As Crianças são o nosso Futuro (Ucrânia);

- é membro da Associação para a Promoção e Dignificação do Homem, da Real Sociedade de Cirurgia (Bélgica), da Associação Europeia de Urologia, da Associação Portuguesa de Urologia, da Sociedade Portuguesa de Autores, da Sociedade de Geografia de Lisboa e sócio do Grémio Literário;

- é membro da Comissão de Honra de Homenagem a João XXI; 

- é sócio honorário da Associação Académica da Universidade de Aveiro;

- é co-fundador e sócio do Hospital Particular do Algarve;

- é sócio honorário do Lions Clube de Portimão;

- é membro da Sociedade de Geografia de Lisboa;

- é membro do Grémio Literário.

 

Participações civico-políticas, enquanto cidadão independente e a título individual:

- Participação na Convenção do PSD, em 2002;

- Membro da Comissão de Honra e da Comissão Política da candidatura de Mário Soares à Presidência da República, em 2006;

- Mandatário nacional para a campanha do Bloco de Esquerda ao Parlamento Europeu, nas eleições de Junho de 2009;

- Membro da Comissão de Honra da candidatura de António d'Orey Capucho à presidência da Autarquia de Cascais, em 2009;  

- Candidato a Presidente da República, tendo obtido o resultado de 14,1%, nas Eleições Presidenciais de Janeiro de 2011;

- Candidato independente e cabeça-de-lista pelo distrito de Lisboa, pelo PSD, nas Eleições Legislativas em Junho de 2011;

- Candidato, proposto pelo Grupo Parlamentar do PSD, a Presidente da Assembleia da República (não eleito);

- Deputado à Assembleia da República - integrando, como independente, o Grupo Parlamentar do PSD - na XII Legislatura, de 20 de Junho a 1 de Julho de 2011.

  

Ordens Honoríficas:

- Grande Oficial da Ordem do Mérito - Portugal

- Cavaleiro da Legião de Honra - França

- Cavaleiro da Ordem Nacional do Leão - Senegal

- Cavaleiro da Real Ordem da Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa - Casa Real Portuguesa

- Grã-Cruz da Ordem Diocesana de S. Tomé - S. Tomé e Príncipe

- Grã-Cruz da Ordem de "La Couronne" - Casa Real do Ruanda

- Real Placa do Leão - Casa Imperial da Etiópia

 

Confrarias e Irmandades:

- Membro da Irmandade Militar da Nossa Senhora da Conceição - Lamego

- Grande Colar da Ordem Soberana dos Cavaleiros de Santo Urbano e São Vicente (Confraria dos Degustadores de Vinho do Dão) - Viseu

- Confrade de Honra da Confraria da Cabra Velha - Miranda do Corvo

- Membro de Honra da Confraria das Tripas à Moda do Porto - Porto

- Membro da Academia do Bacalhau - Porto

 

Recebeu vários prémios e distinções em Portugal e no estrangeiro, incluindo o primeiro prémio da Associação Europeia de Urologia; a medalha de ouro dos Direitos Humanos, da Assembleia da República Portuguesa; a placa da Presidência da República do Líbano (entregue pelo General Émile Lahoud); e a insígnia de Grand Marshal do Estado de New Jersey (EUA), nas comemorações do Dia de Portugal. É Cidadão de Honra da Câmara Municipal de Cascais, Cidadão de Mérito da Câmara Municipal de Portimão, detentor da Medalha de Honra e Cidadão Honorário da cidade de Vila Nova de Gaia, Embaixador da Boa-Vontade da Ilha de Gorée (Contra a Escravatura), no Senegal e Embaixador do Condomínio da Terra.

 

Livros publicados:

 

- "Viagens Contra a Indiferença", Temas & Debates
- "Gritos Contra a Indiferença", Temas & Debates
- "Imagens Contra a Indiferença", Círculo de Leitores / Temas & Debates
- "Histórias que contei aos meus filhos", Oficina do Livro
- "Mais Histórias que Contei aos Meus Filhos", Oficina do Livro
- "Humanidade - Despertar para a Cidadania Global Solidária", Temas e Debates/Círculo de Leitores
- "Um conto de Natal", Oficina do Livro

 

 

Tem quatro filhos.

 

Biografia parte I

Biografia parte II

Biografia parte III

Biografia parte IV

Biografia parte V

Biografia parte VI

 


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publicado por Fernando Nobre às 14:22
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Fernando José de La Vieter Ribeiro Nobre nasceu em Luanda em 1951. Em 1964 mudou-se para o Congo e, três anos mais tarde, para Bruxelas, onde estudou e residiu até 1985, altura em que veio para Portugal, país das suas origens paternas. É Doutor em Medicina pela Universidade Livre de Bruxelas, onde foi Assistente (Anatomia e Embriologia) e Especialista em Cirurgia Geral e Urologia. (continuar a ler)
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LIVROS QUE PUBLIQUEI

- "Viagens Contra a Indiferença",
Temas & Debates

- "Gritos Contra a Indiferença",
Temas & Debates

- "Imagens Contra a Indiferença",
Círculo de Leitores / Temas & Debates


- "Histórias que contei aos meus filhos",
Oficina do Livro


- "Mais Histórias que Contei aos Meus Filhos", Oficina do Livro

- "Humanidade - Despertar para a Cidadania Global Solidária", Temas e Debates/Círculo de Leitores

- "Um conto de Natal", Oficina do Livro
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